Nova York (AFP) – Olívia Rodrigo Eu fiz isso de novo. Seu terceiro álbum, You Seem Too Sad for a Girl in Love, é o melhor até agora – um grande passo em frente para uma compositora que se mostrou promissora como um jovem talento antes mesmo de poder fazer paralelo.
Ao longo de 13 faixas, Rodrigo telegrafa a história de uma história de amor – do primeiro encontro ao rompimento, com muita autorrealização ao longo do caminho. É um álbum conceitual sobre um primeiro grande amor – um amor que ousa mergulhar na revelação que o maior espelho às vezes se revela para outra pessoa.
A apresentação de Rodrigo ao mundo chegou com a poderosa música ouvida “Around the World: 2021” Destruição da carteira de motorista O que leva à alma dela Estreia pop punk, “SOUR”. Então ele veio “Coragem” Uma maturidade musical para uma artista que está entrando na casa dos vinte anos e um lembrete contundente de que existem poucas forças mais fortes do que o ressentimento de uma jovem criativa – se ela assim o desejar.
E aconteceu, como em “All-American Bitch” no estilo Babes In Toyland, inspirado em Joan Didion “The White Album” ou “Pretty Isn’t Pretty” com riffs de guitarra sonhadores que lembram The Cure. Essa música foi talvez o melhor indicador do que estava por vir. O primeiro single de seu último álbum, “Drop Dead”, corresponde ao nome da canção de amor mais famosa da banda dos anos 80, “Just Like Heaven”. A segunda foi intitulada “Therapy”, com suas cordas orquestrais e ponte explosiva. E a terceira música, que foi revelada no palco do Festival Primavera em Barcelona pouco antes do lançamento do álbum? Sua primeira colaboração, “What’s Wrong with Me”, é um dueto com… O cérebro do tratamento é Robert Smith. Os lindos riffs de guitarra do Cure também são ouvidos no destaque “Maggots for Brains” – canções de amor góticas, e Rodrigo tem algumas delas.
Em “You Look So Sad for a Girl in Love”, ela se juntou novamente ao colaborador principal Dan Nigro, e a parceria foi reforçada. Suas produções, agora mais complexas, precisas e vivas com a adição de elementos como arranjos de cordas, têm uma espécie de facilidade de apresentação: suas guitarras emo ainda são ouvidas em “Purple”, agora entregue com harmonias multitrack. Suas expressões lúdicas de paixões de infância permanecem intactas. Agora com influências de guitarra pop dos anos 90 (“u + me = 3”, que é um candidato fácil a uma das melhores músicas já escritas).
Mas há muitas áreas novas e interessantes aqui. A batida de torcida de “My Way” evoca sons do punk Projeto Kathleen Hanna Le Tigre. No momento em que Rodrigo chega a “Her Expectations” na faixa 12, ela está saindo dos sintetizadores enérgicos e vocais robóticos dos New Romantics para uma música corajosa sobre se conectar com o Sr.
Em cada esquina há algo para comemorar. Quando Rodrigo canta “Ninguém quer mais alguém” Refrão Swiftiano Ela aparece na música falsa “Stupid Song”. Aqueles que desejam seus momentos sensíveis vão querer dar um zoom em “Honeybee”, introduzida no piano, que apresenta vocais de fundo semelhantes a um coro, em parte cortesia Seu amigo Conan Gray – Ou a música acústica “Begged” com suas harmonias vocais overdubadas. Ou mesmo o “menor” quebrado pela sua destruição inteligente. Mas são os grandes momentos que os ouvintes vão querer viver.
Não existem fórmulas inquestionáveis na música, mas existe uma crença generalizada de que o primeiro álbum é uma introdução – um álbum que um artista deve trabalhar ao longo da sua vida – o segundo baseia-se no primeiro e o terceiro é um momento de catarse. O ideal é que neste disco eles chegassem a uma versão mais evoluída daquilo em que trabalharam. Nada é tão simples, claro, mas Rodrigo parece ser um excelente exemplo. Ela parece autoatualizada, para uma garota tão aberta a se apaixonar.
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“Você parece muito triste para uma garota apaixonada” por Olivia Rodrigo
Quatro estrelas e meia em cinco.
Repita: “u + me = 3”, “larvas cerebrais”, “tratamento”
Ignore: “Abelhas”
Para fãs de: guitar pop, grandes ganchos e um coração ainda maior